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SC é o segundo melhor Estado do país na geração de empregos em fevereiro

O Estado ficou atrás apenas de São Paulo

Por: Gabriela David - Dia: - Em: Notícias

SC é o segundo melhor Estado do país na geração de empregos em fevereiro
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Com saldo de 16,3 mil vagas, Santa Catarina teve o segundo melhor desempenho na criação de empregos com carteira assinada do país em fevereiro. Ao todo, foram 99,7 mil contratações contra 83,3 mil demissões ao longo do mês. O resultado de fevereiro de 2018 foi o melhor desde 2014, quando SC estava com saldo de 27,8 mil empregos. 

O Estado ficou atrás apenas de São Paulo, que no mesmo período abriu 30 mil novos postos de trabalho. Ao todo, o Brasil fechou fevereiro com a criação de 61.188 empregos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e foram divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho. 

Dos sete setores analisados apenas um, o comércio, teve mais demissões do que admissões e fechou 2,1 mil vagas no período. Como já ocorreu em janeiro deste ano, a indústria da transformação liderou a geração de empregos em fevereiro abrindo 12 mil postos de trabalho. Outras três áreas que tiveram bom desempenho ao longo do mês foram a administração pública (2.727), serviços (2.041)) e agropecuária (1.070). Tanto no acumulado do ano, como na soma dos últimos 12 meses Santa Catarina está com saldos positivos.

Entre as cidades que mais contrataram em fevereiro se destacam Blumenau, Joinville e Jaraguá. Blumenau, no Vale do Itajaí, demitiu 4,8 mil pessoas e contratou, no mesmo período, 6,8 mil, fechando fevereiro com saldo positivo de 2 mil postos de trabalho. Já o pior desempenho foi registrado na Capital do Estado, Florianópolis, que dispensou 8,3 mil profissionais e admitiu outros 7,2 mil, ficando com saldo de - 1.031 vagas.

Caged X PNAD Contínua

É importante diferenciar o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), levantamento do Ministério do Trabalho, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, do IBGE. O Caged leva em conta o saldo de empregos e contabiliza apenas saldo de vagas (admissões menos demissões) com carteira assinada. O índice do IBGE analisa o estoque da força de trabalho desocupada, e leva em conta ocupações com ou sem carteira. 

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