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Primeira mulher a comandar a CIA foi espiã e supervisionou programa de tortura

Presidente Donald Trump nomeou a primeira diretora da agência em 71 anos de história

Por: Gabriela David - Dia: - Em: Notícias

Primeira mulher a comandar a CIA foi espiã e supervisionou programa de tortura
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Pela primeira vez na história dos Estados Unidos uma mulher estará no comando da CIA, a agência de inteligência americana responsável por coletar informações de segurança nacional. Gina Haspel foi nomeada diretora na manhã desta terça-feira (13) pelo presidente Donald Trump em substituição a Mike Pompeo.

 


"Gina Haspel será a nova diretora da CIA, e a primeira mulher escolhida para isso", escreveu Trump em seu perfil no Twitter ao anunciar que o secretário de Estado, Rex Tillerson, deixará o cargo.

 

 

Em um comunicado, a nova diretora disse estar honrada com a nomeação. "Após trinta anos na Agência de Inteligência Central [CIA] foi uma honra servir como vice-diretora ao lado de Mike Pompeo no último ano", afirmou. "Sou grata ao presidente Trump pela oportunidade".

 


Mas quem é Gina Haspel?

De acordo com a revista “Time”, não é comum que um presidente americano promova alguém de dentro da própria agência para a direção. No entanto, a americana possui uma longa carreira na CIA, iniciada em 1985.

 


Além de ocupar várias posições de liderança, Gina viveu por muito tempo disfarçada como espiã, e esteve envolvida no escandaloso programa de tortura da agência.

 

 

Em 2002, comandou uma prisão secreta na Tailândia, onde supervisionou a técnica de tortura conhecida como “waterboarding”, que é uma espécie de afogamento dos suspeitos de terrorismo. Os registros dos depoimentos foram destruídos em 2005. Na época, o Departamento de Justiça americano abriu uma investigação, porém o caso foi encerrado.

 


Apesar da controvérsia quanto ao método de interrogatório, Gina tem o respeito de seus colegas. O ex-diretor de Inteligência Nacional, James Clapper, elogiou sua escolha em 2017 ao ser nomeada vice-diretora da CIA pelo então presidente Barack Obama. Já o ex-diretor da agência, Michael Hayden, classificou a escolha da americana na época como sendo “maravilhosa”.

 

FONTE: REVISTA MARIE CLAIRE

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