Rádio Bandeirantes Imbituba - A difusora dos nossos corações!

X

Fale Conosco:

Aguarde, enviando contato!

Imbituba recebe Festival Itinerante de Teatro com cinco peças gratuitas no Teatro Usina

O festival apresenta diversas linguagens teatrais

Por: Gabriela David - Dia: - Em: Notícias

Imbituba recebe Festival Itinerante de Teatro com cinco peças gratuitas no Teatro Usina
  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter

Um dos mais prestigiados grupos de teatro de Santa Catarina fará apresentações em Imbituba nos dias 6, 7 e 8 deste mês. Os espetáculos ocorrerão no Teatro Usina. As apresentações são gratuitas e fazem parte do 3º Festival Itinerante de Teatro. 

A cia “Teatro Sim… Por que não?!!!”, de Florianópolis, junto a outras companhias e artistas, como Andrea Padilha e Tissier Produções, apresenta algumas montagens imperdíveis da cena teatral catarinense.

Durante três dias serão apresentados os espetáculos “A Farsa do Advogado Pathelin”, “Hipotermia”, “Eu – Lália, A Garota da Capa” e “Histórias de Mauro”.

O festival apresenta diversas linguagens teatrais: comédia, drama, teatro de animação e clown. O projeto dá sequência às turnês Festival Itinerante de Repertório (2011), Pathelin de A a Z (2012 e 2013), 2º Festival Itinerante de Teatro (2015) e Circulação Teatro Sim – 30 Anos (2016).

As apresentações funcionaram como pilotos para confirmar uma ideia que o grupo acalenta há muito tempo, que é de atingir também cidades pequenas do interior com o máximo possível de produções teatrais, com a mesma qualidade e conteúdo do que é apresentado nas capitais e nos grandes centros.

A turnê teve início em fevereiro e o grupo já passou por Salto Veloso e São Francisco do Sul. Após Imbituba, a próxima cidade será Guabiruba, de 20 a 22 deste mês.

Confira a Programação:

Imbituba

6 de abril (sexta-feira) – Teatro Usina

20h – Abertura do III Festival Itinerante de Teatro

20h10 – Eu-Lália

20h30 – A Farsa do Advogado Pathelin

07 de abril (sábado)

10h – Histórias de Mauro - Acila que Amar - Calçadão da Nereu Ramos

20h – A Garota da Capa – Teatro Usina

08 de abril (domingo)

20h – Hipotermia - Teatro Usina

 

Eu – Lália, de Andréa Padilha Produções Dona Eu-lália é uma senhora romântica e divertida que durante a intervenção, interage com o público, convidando-o a fazer parte da apresentação. Neste encontro o que não falta é diversão, risos, com espaço para reflexão de temas do universo dos idosos. A peça aborda de forma ingênua e curiosa a fragilidade da idade, a discriminação, a paixão, a vaidade e a vontade de viver, contrapondo-se às limitações corporais.

Andréa Padilha, atriz do espetáculo, é natural de Florianópolis/SC e trabalha também como produtora e arte educadora. É formada no Curso de Artes Cênicas da UDESC, participou de diversos workshops no Brasil e estudou com profissionais de vários países.

A Farsa do Advogado Pathelin, da Associação Teatro Sim A peça é uma obra do gênero farsa, escrita em torno de 1460 e seu autor é desconhecido. A discussão sobre ética que o texto propõe continua atual nos dias de hoje. Esta comédia da astúcia - enganador e enganado - parece celebrar sem reservas o triunfo do dolo (erro intencional) e do embuste, da patifaria. Esse cinismo sem fraqueza provém de uma imoralidade que tanto pode ser do autor como da época que ele retrata. Qualquer semelhança com a época em que vivemos seria uma mera coincidência? O espetáculo do grupo Teatro Sim... Por Que Não?!!! estreou em maio de 1996 e há 21 anos é apresentado, uma façanha no teatro brasileiro. Foram mais de 700 apresentações nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Maranhão e Santa Catarina, onde a peça já foi encenada em mais de 90 cidades, incluindo as 10 cidades menos populosas do Estado. Histórias de Mauro – Aicila quer Amar, de Tissier Produções Artísticas Mauro é o nome do boneco cenário. Um boneco do qual os diversos personagens da história a ser apresentada vão surgindo, surpreendendo e encantando tanto o público infantil quanto adulto. São usados no espetáculo 5 tipos de manipulações diferentes. Mauro é, ao mesmo tempo, o narrador e o espaço cênico onde as histórias acontecem.

O boneco/cenário Mauro foi criado e apresentado entre 1990 e 1994 por Gabriel Santiago Tissier. Em 2010, após 19 anos de sua criação, Andrés Tissier, filho de Gabriel, retoma o trabalho e passa a apresentá-lo em festivais, escolas, praças e inúmeros eventos.

Andrés Tissier, ator do espetáculo, é também diretor e iluminador, com formação no curso de Artes Cênicas da UDESC.

A Garota da Capa, de Andréa Padilha Produções É um espetáculo inteligente que transita entre o drama e a comédia. “A Garota da Capa” vive no mundo secreto de seus sonhos, desejos, memórias e esperanças para o futuro. A peça estreou em agosto de 2011, em Florianópolis, com atuação de Andréa Padilha e direção do inglês John Mowat. A montagem teve como ponto de partida um argumento: fome. Mas, fome de quê? As cenas foram criadas através do processo de improvisação, retratando a fome de forma mais abrangente. No intuito de dar continuidade a pesquisa que a atriz investiga há 25 anos, optou-se em criar um espetáculo sem fala, onde o foco é a ação dramática. Com pitadas de palhaçaria, a atriz, reflete situações cotidianas, principalmente do universo feminino, provocando no público reflexão sobre temas como solidão, frustrações, amor… Hipotermia, de NP ProduçõesHipotermia, texto de Max Reinert, é um espetáculo solo interpretado pelo ator Nazareno Pereira, que se lançou a este desafio em comemoração aos seus 30 anos de palco, comemorados em 2014. O espetáculo participou de eventos em Rio Branco/Acre, Rio de Janeiro, São Paulo e 13 cidades de Santa Catarina Júlio Maurício, diretor do espetáculo, destaca que “a peça coloca em cena um homem com seus conflitos, reflexões e lembranças diante do desalento da morte”. Para essa montagem, Zilá Muniz, doutora em teatro, foi convidada para desenvolver o trabalho de corpo. Segundo Zilá “o corpo em Hipotermia é uma complexa rede de pulsões, intensidades e fluxos de energia”. A ambientação sonora ficou a cargo de Hedra Rockembach que buscou uma ambiência para ordenar a desordem de pensamentos. A trilha sugere o tempo do relógio para que cada espectador vivencie o seu tempo. O cenário ficou a cargo de Fernando Marés, que confinou o personagem em um pequeno espaço de dois metros quadrados, sugerindo prisão e frio. A iluminação ficou a cargo de Domingos Quintiliano, que reforçou com o trabalho de luz a frieza e o confinamento no espaço.

  • Compartilhe esse post
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter

Deixe seu comentário aqui: