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Delação de Palocci deve ser homologada em um mês, dizem investigadores

Expectativa é de que colaboração premiada seja remetida ao juiz Sérgio Moro após o feriado do Dia do Trabalhador, comemorado nesta terça-feira (1º)

Por: Gabriela David - Dia: - Em: Notícias

Delação de Palocci deve ser homologada em um mês, dizem investigadores
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Depois de o ex-ministro Antonio Palocci fechar acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF), na última semana, investigadores acreditam que a colaboração deve ser homologada pelo juiz Sergio Moro em até um mês. 

 

"Talvez até antes disso", disse uma fonte ouvida pelo jornal Valor Econômico. A delação, ainda conforme o veículo, será remetida ao magistrado, após o feriado do Dia do Trabalhador, comemorado nesta terça-feira (1º).

 


Os depoimentos de colaboração vão parar nas mãos do juiz, responsável pela Lava Jato em primeira instância, porque o ex-ministro não mencionou pessoas com foro. No entanto, Palocci teria detalhado como se deu o esquema de corrupção na Petrobras, e de que forma os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff participaram das tratativas.

 


Palocci está preso preventivamente, desde setembro de 2016, na sede da PF em Curitiba, mesmo local onde Lula se encontra.

 

 

O ex-ministro já foi condenado por Moro, em junho do ano passado, a 12 anos de prisão, por lavagem de dinheiro e corrupção passiva envolvendo contratos com a Odebrecht na construção das sondas da Sete Brasil e o Estaleiro Enseada do Paraguaçu.

 


De acordo com informações do jornal O Globo, nos depoimentos de colaboração, o ex-ministro chega a afirmar que Lula recebeu dinheiro vivo. A defesa do petista nega. Dilma também se pronunciou e afirmou que Palocci produz “peças de ficção” para “agradar aos investigadores” e conseguir liberdade.

 


O ex-ministro já havia tentado fechar acordo de delação com o Ministério Público Federal (MPF), sem sucesso. Há, atualmente, uma disputa entre a PF e o MPF em torno da competência dos órgãos para tratar de colaborações.

 


Em depoimento a Sérgio Moro, o ex-ministro já havia afirmado que Lula avalizou um "pacto de sangue" no qual a empreiteira Odebrecht se comprometeu a pagar R$ 300 milhões em propinas ao PT entre o final do governo do petista e os primeiros anos do governo de sua sucessora na presidência. O ex-ministro disse, ainda, conforme a Folhapress, que o acordo foi fechado numa conversa entre Emílio Odebrecht e Lula.epois de o ex-ministro Antonio Palocci fechar acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF), na última semana, investigadores acreditam que a colaboração deve ser homologada pelo juiz Sergio Moro em até um mês.

 


 

"Talvez até antes disso", disse uma fonte ouvida pelo jornal Valor Econômico. A delação, ainda conforme o veículo, será remetida ao magistrado, após o feriado do Dia do Trabalhador, comemorado nesta terça-feira (1º).

 


Os depoimentos de colaboração vão parar nas mãos do juiz, responsável pela Lava Jato em primeira instância, porque o ex-ministro não mencionou pessoas com foro. No entanto, Palocci teria detalhado como se deu o esquema de corrupção na Petrobras, e de que forma os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff participaram das tratativas.

 


Palocci está preso preventivamente, desde setembro de 2016, na sede da PF em Curitiba, mesmo local onde Lula se encontra.

 

 

O ex-ministro já foi condenado por Moro, em junho do ano passado, a 12 anos de prisão, por lavagem de dinheiro e corrupção passiva envolvendo contratos com a Odebrecht na construção das sondas da Sete Brasil e o Estaleiro Enseada do Paraguaçu.

 


De acordo com informações do jornal O Globo, nos depoimentos de colaboração, o ex-ministro chega a afirmar que Lula recebeu dinheiro vivo. A defesa do petista nega. Dilma também se pronunciou e afirmou que Palocci produz “peças de ficção” para “agradar aos investigadores” e conseguir liberdade.

 


O ex-ministro já havia tentado fechar acordo de delação com o Ministério Público Federal (MPF), sem sucesso. Há, atualmente, uma disputa entre a PF e o MPF em torno da competência dos órgãos para tratar de colaborações.

 


Em depoimento a Sérgio Moro, o ex-ministro já havia afirmado que Lula avalizou um "pacto de sangue" no qual a empreiteira Odebrecht se comprometeu a pagar R$ 300 milhões em propinas ao PT entre o final do governo do petista e os primeiros anos do governo de sua sucessora na presidência. O ex-ministro disse, ainda, conforme a Folhapress, que o acordo foi fechado numa conversa entre Emílio Odebrecht e Lula.

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